Por dentro do nosso modelo de ensinar e aprender

 

Perguntas Frequentes (FAQ)

O que é o nosso Ecossistema de Aprendizagem?

É um modelo de aprender e ensinar que busca uma compreensão global do conhecimento, não mais repartido em disciplinas. Além disso, promove uma maior interdisciplinaridade e conexão com o mundo do trabalho. O estudante tem a oportunidade de vivenciar a realidade social e profissional, desenvolver projetos que resolvam problemas complexos durante a experiência universitária, tudo isso com a orientação e mentoria de professores e professoras.

Nesse momento da nossa trajetória, em plena era digital, damos mais um passo importante na jornada da educação com a recuperação da “Unidade do Conhecimento”, perdida na fase industrial da humanidade. Passamos a adotar a Unidade Curricular (UC), rompendo grades, disciplinas e isolamentos. Nesse Ecossistema de Aprendizagem os alunos e alunas são incentivados a desenvolver competências que contribuem para uma visão global. O objetivo é prepará-los para desafios reais da carreira.

 

Como funciona essas Unidades Curriculares (UCs)?

As Unidades Curriculares (UCs) focam na competência do aluno ou aluna por meio do desenvolvimento de habilidades distintas ao integrar diversas áreas do conhecimento, assim como demanda o mundo do trabalho. Ao invés de separar em disciplinas, o conhecimento é abordado por dois professores ou mais, dentro da mesma sala de aula, e juntos propõem temas convergentes e de maneira integrada.

As UCs aliam experiências reais ou simuladas, desenvolvimento de projetos e pesquisa, interação com professores e alunos de outros cursos de graduação na resolução dos problemas de forma crítica. Ou seja, as UCs possibilitam uma formação multidisciplinar e crítica aliando prática fora da sala de aula, e dentro das empresas, e conhecimento teórico aos seus interesses profissionais. Através das UCs, dotamos os estudantes de competências intelectuais e atitudinais que os credenciam a interagirem em ambientes globais, complexos e interconectados. As UCs exigem trabalho integrado de equipe, requerem visão ecossistêmica, diversa, plural. Para isso, estamos em constante transformação.

 

E como passa a ser a carga-horária? Haverá redução?

Não há redução de carga horária. Pelo contrário, em regra, teremos até mais carga horária disponibilizada ao estudante, sem que ele ou ela tenha que pagar nada a mais por isso.

Importante esclarecer que, considerando as novas diretrizes do MEC, está sendo realizada uma realocação da carga horária para atender a obrigação de oferecer atividades acadêmicas ligadas à extensão e à prática profissional (no mínimo 10% da carga horária de cada curso). Todas essas atividades são coordenadas por professores(as).

 

O tempo de aula diminui? O aluno irá pagar a mesma coisa para ter menos aulas?

Não há redução de carga horária. Pelo contrário, em regra, teremos até mais carga horária disponibilizada ao estudante, sem que ele ou ela tenha que pagar nada a mais por isso.

Importante esclarecer que, considerando as novas diretrizes do MEC, está sendo realizada uma realocação da carga horária para atender a obrigação de oferecer atividades acadêmicas ligadas à extensão e à prática profissional (no mínimo 10% da carga horária de cada curso). Todas essas atividades são coordenadas por professores(as).

Além disso, em todos os dias haverá atividades presenciais para os estudantes. Na realidade, o ajuste na matriz curricular visa aperfeiçoar, ainda mais, a alta qualidade de ensino da instituição, com métodos e tecnologias educacionais que organizam melhor os conteúdos, propiciam uma formação holística e capacitam os estudantes para o concorrido mercado de trabalho, tudo em estrita observância às diretrizes do MEC.

Para o desenvolvimento de certas atividades, poderemos nos valer da tecnologia e mídias digitais, já que, como sabemos, vivemos em um mundo híbrido, onde o presencial e o digital são uma constante.

Mas isso não significa que um curso presencial vai se transformar em ensino a distância (EaD), mesmo porque a nova Portaria nº 2.117/2019 do Ministério da Educação estabelece um limite máximo de 40% para atividades que podem ser oferecidas com o uso de tais recursos e, em momento algum, estamos chegando sequer próximos a tal limite.

 

Qual o fundamento pedagógico para redução da carga horária, sendo que as atuais se mostram insuficientes para abarcar todo o conteúdo? 

Não há redução de carga horária. Pelo contrário, em regra, teremos até mais carga horária disponibilizada ao estudante, sem que ele ou ela tenha que pagar nada a mais por isso.

Importante esclarecer que, considerando as novas diretrizes do MEC, está sendo realizada uma realocação da carga horária para atender a obrigação de oferecer atividades acadêmicas ligadas à extensão e à prática profissional (no mínimo 10% da carga horária de cada curso). Todas essas atividades são coordenadas por professores(as).

Além disso, em todos os dias haverá atividades presenciais para os estudantes. Na realidade, o ajuste na matriz curricular visa aperfeiçoar, ainda mais, a alta qualidade de ensino da instituição, com métodos e tecnologias educacionais que organizam melhor os conteúdos, propiciam uma formação holística e capacitam os estudantes para o concorrido mercado de trabalho, tudo em estrita observância às diretrizes do MEC.

Para o desenvolvimento de certas atividades, poderemos nos valer da tecnologia e mídias digitais, já que, como sabemos, vivemos em um mundo híbrido, onde o presencial e o digital são uma constante.

Mas isso não significa que um curso presencial vai se transformar em ensino a distância (EaD), mesmo porque a nova Portaria nº 2.117/2019 do Ministério da Educação estabelece um limite máximo de 40% para atividades que podem ser oferecidas com o uso de tais recursos e, em momento algum, estamos chegando sequer próximos a tal limite.

 

Não seria mais fácil para todo mundo iniciar esse Ecossistema de Aprendizagem em todas as instituições em 2021?

O novo Ecossistema de Aprendizagem vem sendo discutido e estudado há quatro anos pelos coordenadores(as) e professores(as) que compõem os Núcleos Docentes Estruturantes dos Cursos, conforme prevê a Portaria Normativa nº 40/2007, do Ministério da Educação, e com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.393/1996, artigo 47). A instituição tem autonomia para alterar a grade curricular do curso e deve informar aos interessados antes de cada período letivo os programas do curso e demais componentes curriculares. Importante destacar que a nova matriz curricular, que é organizada por competências, visa ampliar repertório e visão geral de mundo do estudante, com foco no ensino que alia teoria à prática, com objetivo claro de contribuir para o aumento da empregabilidade dos alunos e alunas. Esse novo currículo é inspirado nas mais renomadas universidades que a utilizam, como Harvard, Universidade do Porto, entre outras. Todas apresentam resultados muito positivos quanto a formação de profissionais dinâmicos e preparados para a nova realidade do mundo do trabalho.

 

Os professores estão capacitados para atuar dentro desse Ecossistema de Aprendizagem?

Os professores e professoras são constantemente preparados. A formação docente é uma constante e estes assuntos como a interdisciplinaridade, a introdução de metodologias ativas na sala de aula, o uso das tecnologias, a avaliação de desempenho, dentre outros, foram abordados no programa de capacitação Sala + nos últimos anos. Além disso, foram realizadas diversas reuniões entre docentes e coordenadores sobre a adaptação à nova matriz.

 

Como é possível a manutenção de qualidade, sendo que tem matérias que serão fornecidas em metade de horas. E a base teórica que se dá por meio dessas matérias mais amplas e filosóficas?

Não há redução de carga horária. Pelo contrário, em regra, teremos até mais carga horária disponibilizada ao estudante, sem que ele ou ela tenha que pagar nada a mais por isso.

Além disso, o que houve foi uma reorganização da grade curricular, com objetivo de unir teoria e prática. Esses conteúdos estarão presentes nas diversas Unidades Curriculares do curso e serão fundamentais para o processo de aprendizagem, que incluirão: experiências reais ou simuladas, desenvolvimento de projetos, interação com os docentes e colegas na resolução de problemas de forma crítica. Eles apenas estarão inseridos no contexto das Unidades Curriculares.

Adicionalmente, o novo currículo prevê atividades presenciais nos cinco dias da semana. Além das aulas normais, teremos também atividades práticas e de extensão, que são atividades tipicamente presenciais, sendo também mediadas por professores(as). O art. 4º da Resolução CNE/CES n. 7, de 18 de dezembro de 2018, estipula que as atividades de extensão devem compor, no mínimo, 10% (dez por cento) do total da carga horária da matriz curricular de todos os cursos de Graduação no Brasil, e devem passar a integrar a matriz curricular dos cursos.

Isso não se confunde com EaD, apesar da Portaria nº 2.117/2019 do MEC autorizar até 40% com uso de tecnologia. O novo ecossistema ainda prevê uma parte personalizável, em que o aluno poderá desenvolver habilidades socioemocionais, competências profissionais, além de ter o apoio de mentores durante toda a jornada e fazer cursos de curta duração, presenciais ou digitais. Tudo integra a formação e não possui custos adicionais.

 

ASSUNTOS ESPECÍFICOS DO CURSO DE DIREITO

 

Como a retirada da maior parte das disciplinas propedêuticas e diminuição da carga horária de diversas outras pode contribuir para uma melhora do ensino? Ainda, de que forma estas mudanças em específico se mostram obrigatórias pelas novas diretrizes do MEC?

O que houve foi uma reorganização da grade curricular, com objetivo de unir teoria e prática. Esses conteúdos estarão presentes nas diversas Unidades Curriculares do curso e serão fundamentais para o processo de aprendizagem, que incluirão: experiências reais ou simuladas, desenvolvimento de projetos, interação com os docentes e colegas na resolução de problemas de forma crítica. Eles apenas estarão inseridos no contexto das Unidades Curriculares.

 

Como vocês pretendem usar a metodologia ativa no curso de Direito?

Nossa instituição, na verdade, está saindo mais uma vez na vanguarda daquilo que é o melhor para nossos estudantes. A nova versão do currículo é inspirada em concepções também aplicadas em renomadas universidades do Brasil e do mundo, que organizam seus currículos por competência, de forma integrada e utilizam metodologia similar à que vamos adotar.

É o que ocorre na Universidade de Harvard, Universidade do Porto, entre outras. Mas também no Brasil há outras instituições preocupadas e interessadas em avançar, como a Faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas, que se utiliza de uma metodologia de ensino chamada PBL (Problem/Project Based Learning – Aprendizado Baseado em Problemas/Projetos), implementada em 2013.  Essa é uma metodologia que também está presente no princípio das Unidades Curriculares que propomos.

 

 

OUTROS ASSUNTOS ESPECÍFICOS LIGADOS AO NOVO CURRÍCULO

 

Será ofertado Pravaler para alunos dessa matriz curricular de UCs?

Todas as opções de bolsas e financiamentos continuarão ativas, respeitando seus respectivos regulamentos e legislação.